A prova classificatória, vai "contra" a idéia de aprendizado construtivista, fazendo muitas vezes com que esse discurso includivo se quebre, mesmo que muitos professores tentem manter uma postura diferenciada a esta, ele tem que contar com apoio da escola ou dos professores que à normatizam e aí através dessa relação professor - escola que verificamos se a escola realmente está coerente com o discurso elaborado "participativamente" de seu projeto político pedagógico. Começamos a nos perguntar: a escola cumpre com o seu PPP? Ela luta realmente para que seu objetivo final seja concluído? Ou é uma das principais responsáveis para que isso não aconteça quando impede o professor de exercer seu trabalho quando este vai de encontro ao que a escola faz?
O PPP é um compromisso social onde devemos pensar no nosso aluno antes para compreendê-lo agora e prepará-lo para depois
sexta-feira, 20 de abril de 2007
Participação
Podemos perceber que existem diversas técnicas de como devemos conduzir os processos de participação social, a participação no projeto político pedagógico deve ter a presença da sociedade escolar, pais, professores, alunos, equipe diretiva para que sejam definidas os objetivos dessa comunidade. Essa escolha pode ser feita através da técnica da tarjeta onde são distribuídos fichas e nestas são feitas perguntas e após serem respondidas pela comunidade são expostas e votadas pela maioria, neste processo existe um acompanhamento com ata onde são documentadas as ações e as escolhas feitas neste plenário.
Outra técnica utilizada é a de distribuição de perguntas em pequenos grupos e estas após respondidas e discutidas por este pequeno grupo são lançadas em discussão ao grande grupo, as conclusões são expostas, e votadas, todo o processo também é registrado em ata.
No primeiro dia de aula com a Professora Rosa Ramirez ela nos colocou que o professor tem nas mãos a possibilidade de construção de algo novo e positivo com seu aluno, quanto pode destruir o que ele traz consigo, sem reconstruir positivamente e ainda nos deu um exemplo de um aluno que quando fez uma pergunta, que para muitos parecia banal e por isso foi zombado pelos colegas e não contando com o apoio de sua professora, e o que é pior ela participou desta situação rindo com os demais alunos; este aluno hoje na Universidade relatou que durante todo o seu período escolar e até os dias de hoje procura não fazer perguntas nem esclarecer suas dúvidas em sala de aula.
O educador é educador sempre, tanto em situações que julga de extrema importância quanto naquelas que para ele não fazem sentido, afinal, ser educador não é ser como matemático ou químico, ele não lida com números ou fórmulas e sim pessoas e sentimentos, e muitas vezes não nos magoamos somente em momentos críticos mas também no dia a dia. O professor pode fazer ou não seus alunos mais "felizes" ou motivados.
Outra técnica utilizada é a de distribuição de perguntas em pequenos grupos e estas após respondidas e discutidas por este pequeno grupo são lançadas em discussão ao grande grupo, as conclusões são expostas, e votadas, todo o processo também é registrado em ata.
No primeiro dia de aula com a Professora Rosa Ramirez ela nos colocou que o professor tem nas mãos a possibilidade de construção de algo novo e positivo com seu aluno, quanto pode destruir o que ele traz consigo, sem reconstruir positivamente e ainda nos deu um exemplo de um aluno que quando fez uma pergunta, que para muitos parecia banal e por isso foi zombado pelos colegas e não contando com o apoio de sua professora, e o que é pior ela participou desta situação rindo com os demais alunos; este aluno hoje na Universidade relatou que durante todo o seu período escolar e até os dias de hoje procura não fazer perguntas nem esclarecer suas dúvidas em sala de aula.
O educador é educador sempre, tanto em situações que julga de extrema importância quanto naquelas que para ele não fazem sentido, afinal, ser educador não é ser como matemático ou químico, ele não lida com números ou fórmulas e sim pessoas e sentimentos, e muitas vezes não nos magoamos somente em momentos críticos mas também no dia a dia. O professor pode fazer ou não seus alunos mais "felizes" ou motivados.
A linguagem do professor
O professor deve ter uma linguagem adequada a todos os ambientes onde se encontra, fazendo-se entender por todos, sendo claro e coerentes nas suas colocações.
Existem três modelos pedagógicos que se destacaram:
Apriorismo que compreende que o aluno já vem pronto, contendo todos os conhecimentos, que basta que o professor propicie o ambiente adequado para o insight, o aluno desenvolve seu conhecimento sozinho e o erro acontece por que ainda não está pronto, mas quando ele estiver, vai aprender. Essa relação se dá do sujeito ---> meio.
Empirismo onde o aluno é visto como tábula rasa, nada tem, nada pode contribuir, é um livro em branco onde o professor escreve. O professor fala e o aluno escuta, o professor é detentor de todo o conhecimento, se ele erra, este erro geralmente é consertado através de repetições intermináveis, pois o erro é excretado. Essa relação se dá do meio ---> sujeito
Construtivismo onde o professor neste caso é um mediador do conhecimento, ele problematiza e constrói com seu aluno o conhecimento através das relações de troca e o erro é a hipótese ou sinalizador para o futuro acerto. Então, o professor deve saber o que espera de seu aluno ou que tipo de pessoa quer que ele seja, um depósito de informações que logo serão esquecidas por não terem relações com lógicas vividas por ele ( empirismo), ou então aquele que é complacente, que prefere acreditar que a sua aula está dada, ele ensinou, porém, não aprendeu quem não quis, ou quem ainda não estava no seu tempo ( apriorismo), ou pode ser aquele que luta com o seu aluno para que ele aprenda a pensar, que construa e desenvolva seus pensamentos e sua ação cognitiva, preparando não para sala de aula como se fosse um mundo à parte, mas para a vida.
Percebemos também que cada modelo tem sua contribuição e basta que absorvamos e conciliamos o que há de melhor nelas em cada momento, pois, cada indivíduo possui o seu próprio tempo, porém devemos auxiliar neste processo de desenvolvimento. Existem aprendizagens que obtemos realmente pela prática, como por exemplo quando estamos dirigindo um carro, onde fizemos o processo automaticamente.
Existem três modelos pedagógicos que se destacaram:
Apriorismo que compreende que o aluno já vem pronto, contendo todos os conhecimentos, que basta que o professor propicie o ambiente adequado para o insight, o aluno desenvolve seu conhecimento sozinho e o erro acontece por que ainda não está pronto, mas quando ele estiver, vai aprender. Essa relação se dá do sujeito ---> meio.
Empirismo onde o aluno é visto como tábula rasa, nada tem, nada pode contribuir, é um livro em branco onde o professor escreve. O professor fala e o aluno escuta, o professor é detentor de todo o conhecimento, se ele erra, este erro geralmente é consertado através de repetições intermináveis, pois o erro é excretado. Essa relação se dá do meio ---> sujeito
Construtivismo onde o professor neste caso é um mediador do conhecimento, ele problematiza e constrói com seu aluno o conhecimento através das relações de troca e o erro é a hipótese ou sinalizador para o futuro acerto. Então, o professor deve saber o que espera de seu aluno ou que tipo de pessoa quer que ele seja, um depósito de informações que logo serão esquecidas por não terem relações com lógicas vividas por ele ( empirismo), ou então aquele que é complacente, que prefere acreditar que a sua aula está dada, ele ensinou, porém, não aprendeu quem não quis, ou quem ainda não estava no seu tempo ( apriorismo), ou pode ser aquele que luta com o seu aluno para que ele aprenda a pensar, que construa e desenvolva seus pensamentos e sua ação cognitiva, preparando não para sala de aula como se fosse um mundo à parte, mas para a vida.
Percebemos também que cada modelo tem sua contribuição e basta que absorvamos e conciliamos o que há de melhor nelas em cada momento, pois, cada indivíduo possui o seu próprio tempo, porém devemos auxiliar neste processo de desenvolvimento. Existem aprendizagens que obtemos realmente pela prática, como por exemplo quando estamos dirigindo um carro, onde fizemos o processo automaticamente.
Coerência no discurso e ação de um bom educador
Pimeiramente gostaríamos de esclarecer o tema e por que o escolhemos, o tema é a coerência do professor em suas ações, pois de outra maneira não teríamos como começar um trabalho de reflexão sem esta primeira abordagem. O professor deve ser coerente em todos os momentos pois, ele é um significativo modelo para seu aluno, e como educadores, sabemos da importância que ele tem, afinal, o professor tem nas mãos a possibilidade de construir o conhecimento ou de destruí-lo causando grandes traumas.
Na música, a ciranda da bailarina, pérola de Edu Lobo e Chico Buarque, a bailarina tem uma imagem perfeita e até mesmo utópica, sendo que ela não tem defeitos para quem a contempla, assim é a imagem que a criança tem do seu professor, e cabe a este reforçar este laço de confiança tendo coerência com seus atos, para que esta relação entre professor e aluno seja sólida e produtiva baseada na verdade e na troca de conhecimentos.
Na música, a ciranda da bailarina, pérola de Edu Lobo e Chico Buarque, a bailarina tem uma imagem perfeita e até mesmo utópica, sendo que ela não tem defeitos para quem a contempla, assim é a imagem que a criança tem do seu professor, e cabe a este reforçar este laço de confiança tendo coerência com seus atos, para que esta relação entre professor e aluno seja sólida e produtiva baseada na verdade e na troca de conhecimentos.
Ciranda da bailarina
(Edu Lobo - Chico Buarque) 1982
Procurando bem todo mundo tem pereba marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira berruga nem frieira nem falta de maneira ela não tem
Futucando bem todo mundo tem piolho ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida nem dente com comida nem casca de ferida ela não tem
Não livra ninguém todo mundo tem remela quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente Medo de cair, gente Medo de vertigem quem não tem ?
Confessando bem todo mundo faz pecado logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha bigode de groselha calcinha um pouco velha Ela não tem
O padre também pode até ficar vermelho se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília goteira na vasilha problema na família quem não tem ?
Procurando bem... Todo mundo tem...
(Edu Lobo - Chico Buarque) 1982
Procurando bem todo mundo tem pereba marca de bexiga ou vacina
E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira berruga nem frieira nem falta de maneira ela não tem
Futucando bem todo mundo tem piolho ou tem cheiro de creolina
Todo mundo tem um irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida nem dente com comida nem casca de ferida ela não tem
Não livra ninguém todo mundo tem remela quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente Medo de cair, gente Medo de vertigem quem não tem ?
Confessando bem todo mundo faz pecado logo assim que a missa termina
Todo mundo tem um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha bigode de groselha calcinha um pouco velha Ela não tem
O padre também pode até ficar vermelho se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília goteira na vasilha problema na família quem não tem ?
Procurando bem... Todo mundo tem...
Glossário:
1 - Escarlatina
A Escarlatina é uma doença infecciosa causada por Streptococcus pyogenes que atinge principalmente as crianças, não sendo, no entanto uma doença perigosa atualmente, tendo em vista ser que a bactéria é sensível a penicilina, podendo ser tratada também com antibióticos. A escarlatina é quase sempre uma complicação da faringite causada pelo mesmo agente, aparecendo cerca de 2 dias após o início dos sintomas da faringite.
Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Escarlatina"
Retirado de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Escarlatina"
2 - Varíola (Popular: Doença da Bexiga)
A varíola é uma doença infecto-contagiosa, exclusiva do homem (não sendo transmitida por outros animais, como a dengue, por exemplo), de surgimento e desenvolvimento repentinos e causada pelo Orthopoxvírus variolae, um dos maiores vírus conhecidos e que é extremamente resistente aos agentes físicos externos, como, por exemplo, variações de umidade e temperatura. O O. variolae pertence à família Poxviridae, a mesma dos vírus causadores de formas variantes da doença, próprias do gado bovino (a varíola bovina), dos macacos, das galinhas e dos camelos.
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